Nunca o mundo dos aviões foi tão importante como nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.
Seguiu-se uma enorme corrida para tornar os aviões mais rápidos, mais bem armados ou mais fáceis de produzir. Mas que aviões tiveram o maior impacto? Vejamos os aviões que acreditamos terem tido o maior impacto:
10: Boeing B-29 Superfortress

O Superfortess era um bombardeiro estratégico de longo alcance que podia voar extremamente alto e rápido e foi utilizado no Teatro do Pacífico, sendo uma maravilha tecnológica.
O B-29 era o mais avançado em muitos aspectos, incluindo o estilo de construção, os sistemas defensivos e a inclusão de pressurização que tornava o avião muito mais confortável para a tripulação. Com quase o dobro da potência do anterior B-17 Flying Fortress, estava numa liga muito própria.
10: Boeing B-29 Superfortress

Alguns historiadores afirmam que as bombas atómicas lançadas sobre Nagasaki e Hiroshima pelos B-29 puseram fim à guerra e acabaram por salvar muitas vidas, embora ainda hoje se discuta se tal é verdade. Mais destrutivos, pelo menos a curto prazo, foram alguns dos bombardeamentos "convencionais" dos B-29, nomeadamente os devastadores ataques com bombas incendiárias a Tóquio em março de 1945.
O B-29 só entrou em serviço em maio de 1944, pelo que não participou na maior parte da guerra. O seu desenvolvimento foi extremamente dispendioso e custou ainda mais do que o projeto da bomba atómica. No final da guerra, foram produzidos mais de 3000 aviões.
9: Hawker Hurricane

O Hawker Hurricane era um caça britânico resistente projetado por Sydney Camm e foi o primeiro avião da RAF a ultrapassar os 483 km/h (300mph). A sua construção era uma mistura de técnicas antigas e novas, e o Hurricane constituiu a maior parte da força de combate da Royal Air Force até 1941.
Na Batalha da Grã-Bretanha, os Hurricanes provaram estar à altura da tarefa de destruir os bombardeiros alemães, deixando o Spitfire de maior desempenho como o tipo preferido para lidar com os caças. O Hurricane teve um bom desempenho na Batalha da Grã-Bretanha, sendo responsável por mais de 60% das vitórias aéreas.


















Add your comment